
Era uma vez uma menininha boba, que tinha medo de fantasma e todo o tipo de assombração. A Meninha era bem bonita e sonhava em casar-se e ter um tema romântico em sua cozinha que combinasse com panos de prato e capas de bojão.Definitivamente ela não batia muito bem da bola. Achava que o mundo girava em torno do seu umbigo e que todos deveriam dedicar suas vidas em pról dela. Alguém precisava fazer a princesinha de reino algum acordar, já que, ninguém vive de tulipas, flores- do-campo e Não te esqueças de Mim.
Ela é mais do que se imagina; é meio fada, meio elfo, meio diferente das outras. Repudiava luxúria e amava receitas de bolo, de panquecas. Embora, muitas vezes as bocas miúdas maldiziam de sua forma suspeita de conseguir dinheiro e seu modo de portar-se perante aos outros. Falava alto e profanava palavras rudes, ofensivas de doer qualquer ouvido. O que caracterizava um menininha pouco educada e de hábitos não muito honrrosos.
Considerando-se muito amada por seu companheiro, tentava eliminar sua 'rivais' com truques e feitiçarias. É feitiços mesmo, daqueles com rituais. Tomara que ela não tenha envolvido animais em sacrifícios seria uma pena. Pobre dos bichinhos.
Um belo dia, muito belo mesmo, enquanto a menininha boboca galopava com suas longas tranças pelo bosque colhendo flores artificiais para seu mundo em preto e branco, topou com uma outra menininha de cabelo preso em nó, um sorriso sarcástico de canto de boca, voz mansa e poucas palavras e Menina Boboca teve que aprender a lidar com gente educada e viu que ter classe e falar baixo é uma grande arma.
O desespero veio quando a Boboca descobriu que seu amado amava outra!
"Oh, não! A Menininha de cabelo preso com nó, ela não...como se deu essa tamanha desgraça!"
Daí por diante houveram cartas enviandas por pombo-correios de origem falsa, telefonemas mudos, mensagens enviadas "sem querer", feitiços maléficos (ui).
Pobrezinha não aprendeu a perder. Está perdida. A vida tem dessas coisas.
Dizem que ela arrasta correntes na rede, que sonda blogs, escrafunha álbuns e espragueja sorrisos. Pobrezinha.
*Vai ser preciso muito mais.
Aline Affonso
Ela é mais do que se imagina; é meio fada, meio elfo, meio diferente das outras. Repudiava luxúria e amava receitas de bolo, de panquecas. Embora, muitas vezes as bocas miúdas maldiziam de sua forma suspeita de conseguir dinheiro e seu modo de portar-se perante aos outros. Falava alto e profanava palavras rudes, ofensivas de doer qualquer ouvido. O que caracterizava um menininha pouco educada e de hábitos não muito honrrosos.
Considerando-se muito amada por seu companheiro, tentava eliminar sua 'rivais' com truques e feitiçarias. É feitiços mesmo, daqueles com rituais. Tomara que ela não tenha envolvido animais em sacrifícios seria uma pena. Pobre dos bichinhos.
Um belo dia, muito belo mesmo, enquanto a menininha boboca galopava com suas longas tranças pelo bosque colhendo flores artificiais para seu mundo em preto e branco, topou com uma outra menininha de cabelo preso em nó, um sorriso sarcástico de canto de boca, voz mansa e poucas palavras e Menina Boboca teve que aprender a lidar com gente educada e viu que ter classe e falar baixo é uma grande arma.
O desespero veio quando a Boboca descobriu que seu amado amava outra!
"Oh, não! A Menininha de cabelo preso com nó, ela não...como se deu essa tamanha desgraça!"
Daí por diante houveram cartas enviandas por pombo-correios de origem falsa, telefonemas mudos, mensagens enviadas "sem querer", feitiços maléficos (ui).
Pobrezinha não aprendeu a perder. Está perdida. A vida tem dessas coisas.
Dizem que ela arrasta correntes na rede, que sonda blogs, escrafunha álbuns e espragueja sorrisos. Pobrezinha.
*Vai ser preciso muito mais.
Aline Affonso
1 comentários:
Vai ser sim preciso muito mais, pq a menina do cabelo amarrado com nó é pequena de tamanho, mas grande de sabedoria. Usa salto alto e nunca desce dele.
E aí a menininha boboca vai ciscar em outro terreiro pq esse aqui tá cercado e muito bem protegido.
Beijo.
Postar um comentário