quinta-feira, 16 de outubro de 2008

O amor q assusta!

Estou realmente impressionada com este caso da menina (e agora meninas) seqüestrada em São Paulo pelo ex-namorado, já passam de 70h de medo e horror. Gente, tudo bem eu sei que sequestros acontecem aos montes por aí e que lamentavelmente isso é até uma coisa de cotidiano, eu sei! Mas peraê, crime em nome do amor me causa uma estranheza em especial, se tratam de jovens com uma vida inteira pela frente, outras mil experiências, outras mil desilusões...
Tudo isso faz parte da vida, todo mundo passa por isso. Quem nunca amou sem ser amado? Quem nunca levou um fora quando menos esperava? Quem nunca chorou? Quem nunca perdeu a fome? Quem nunca se achou a pior pessoa do mundo e que chegou a pensar que nunca mais seria feliz outra vez? Que não ia agüentar àquela dor que já era física? A resposta é simples: Todos já passaram por isso, é uma coisa eu te falo com propriedade de causa, passa! Sempre passa! Sem essa de matar por amor, que amor é esse que causa dor, que faz chorar, que sangra...eu tô é fora disso! Morrer de amor fica muito bem em Iracema de José de Alencar, e até lá achei muito coisa aquela índia gatíssima, super-cobiçada a rainha do predicativos se entregar a uma relação falida e morrer de saudades, ah faça-me o favor! Ela podia é ter partido para uma bem melhor e mandar o colonizador idiota catar coquinho e ir ao encontro de um índio moreno -avermelhado lindíssimo com tempo e disposição para o amor que ela tinha a oferecer.
Ninguém é insubstituível. E quando um alguém disser a frase célebre: Você é boa (bom) demais pra mim!
Acredite é mesmo!
Dê de costas e saia, chore um dia ou quem sabe dois, ponha sua melhor roupa e parta para outro. Respeite-se! E se der e não for muito cansativo o respeite também...
Na minha opinião o amor não é dor, se dói não é amor!

Quanto ao menino seqüestrador agora eu tenho pena dele, tornou-se coitado, refém do própio sentimento.

1 comentários:

Sniper disse...

Isso tudo é culpa da sociedade. xD